quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A pena de Teresa(05.08.16)

Minha pena ainda será
instrumento que proporciona
o encontro de almas.

A tinta no papel,
resume em versos
o meu desejo de
tocar o céu.

Destas pobres e
indignas mãos,
Deus faz brotar
canções.

Com um pena empunhada,
tento revelar Tua face
sagrada.

Alma escrava, em busca
da Verdade, da liberdade
que há fora deste cárcere
de mim mesmo.

Deus afável, que acolhe
com carinho a tinta que
borra o papel nos ensaios
de ser livre em Ti.

Usa-me, pois recebi por
missão empunhar a pena
de Teresa.