Náufrago (27.05.15)

Tenho à vista grandes tempestades,
não serei eu náufrago, pois tenho
o teu auxílio.
É incerto meu o destino.
Estou eu a navegar, tendo
à minha frente o mar revolto.
Sou eu todo envolto, protegido,
guiado.
Vejo ondas a engolir e levar à
morte muitos ao meu lado, porém
estou à salvo, seguro.
Serei eu ao teu lado uma indefesa
criança, diante de grandes ondas;
em meio à fúria do mar revolto.
Não temerei, pois sei que estou nos
teus braços protegido.
Estrela do mar,
guia-me até o porto.
Senhora dos navegantes,
sede meu socorro!
Mãe da esperança,
olhai por mim!
Dos que navegam és a esperança,
minha mãe, sou tua criança!
Não me engolirá o mar,
não serei confundido!
Não serei náufrago,
pois tenho o teu auxílio.

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