Tua Vontade (25.01.15)

Chamastes-me como fizera 
aos doze, tal como eles não 
resisti ao teu convite,  mesmo 
sem saber onde moras, 
fui aonde ias.

Tarda minha conversão, 
tarda que todo teu seja 
meu coração, é grande 
a tua paciência, persistes
e não permites que eu de 
ti me aparte.

Toda vez que olho 
em teus olhos,  lembro-me 
do primeiro convite, da renúncia 
de mim  mesmo e adesão à Cruz 
que o acompanham.

Descobri onde moras 
e lá também quero morar, 
minha vida tomou novo rumo,  
ganhou significância e minha luta 
é alçar a maturidade e ter retidão.

Tarda que eu renove 
meu sim, me levante 
e continue a imitar 
teus passos.

Tarda que eu te ame 
como Maria aos pés 
da Cruz e não com 
o falso amor dos chicotes 
que te acoitavam.

O tempo é hoje,  
o caminho aquele 
que tu apontaste, 
a morada a eternidade,  
a soberana e única, 
não a minha, mas a 
tua vontade.

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